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terça-feira, 18 de outubro de 2011

ERRO E APRENDIZAGEM


A escola sempre foi um espaço de valorização dos acertos, em conseqüência disso o aluno se recrimina e vê o professor como o grande detentor do conhecimento, o que de certa forma acaba interferindo na interação de professor e aluno.

Contudo, o professor deve valorizar a interação do aluno com o meio em que se vive, pois é a partir disso que o aluno vai vivenciar as sua próprias experiências e assim aprimorar o seu conhecimento.

A avaliação deve ser utilizada como instrumento de orientação do professor para saber se atingiu seus objetivos e manter uma interação com o aluno.

O educador deve utilizar do erro para problematizar e motivar o aluno na busca de soluções, desta forma o educador valoriza cada ação do aluno, fazendo-o sempre esta em busca de respostas.

Os erros devem ser considerados como parte integrante da aprendizagem e assim aproveitá-los para adequar o ensino as necessidades do aluno.

Portanto, é essencial que o processo de avaliação seja repensado e planejado para acompanhar o aprendizado mesmo diante dos erros, que ainda assim podem ser corrigidos e capacitar o aluno.

ENTREVISTA SOBRE AVALIAÇÃO ESCOLAR


ENTREVISTADA: Rosinelia Marques Palmeira
Formação: Graduada em Pedagogia pela UNEB Campus X
Pós-graduada em Educação Infantil
Atuação: Professora na Escola Municipal São Geraldo 6º ao 9º ano e Coordenadora na Creche São Lourenço


  1. Na sua opinião em que a escola “peca” ao avaliar seus alunos?
Quando a avaliação não serve de como base para o professor planejar as próximas ações que farão os alunos avançarem na aprendizagem.

  1. Hoje, para que se avalia? Para condenar o aluno ou para alertá-lo sobre os seus pontos frágeis?
O propósito da avaliação não pode ser o de condenar, humilhar amedrontar. A avaliação precisa estar ligada a um processo de reflexão ação e novamente reflexão. O professor reflete sobre o que o aluno deve aprender, como vai se dar essa aprendizagem . Promove a ação que é efetivada por meio das atividades desenvolvidas na escola e fora dela, usa a avaliação para fazer reflexão daquilo que o aluno alcançou. E planeja uma nova ação com o objetivo de sanar as dificuldades do aluno.

  1. Mudar a forma de avaliar não seria automaticamente mudar também a relação de ensino-aprendizagem?
Penso que tanto a forma de avaliar quanto as relações de ensino aprendizagem vem sofrendo mudanças significativas. São dois aspectos educacionais interligados.

  1. A tradicional prova é condenável ou tem algum valor?
Penso que a tradicional prova tem seu valor quando desenvolve a memória. Quando obriga o aluno a estudar por que fará a prova sem consulta ou outras situações que de uma forma ou outra vai favorecer a aprendizagem. O problema é o que o professor tradicional faz depois da prova. Só apontar o que o aluno errou com certo e errado não vai favorecer o avanço do mesmo.

  1. A partir de avaliações como o Enem e o Enade que avaliam os alunos não poderiam estar também sendo avaliado o sistema educacional?
Tudo precisa ser avaliado. Até para verificar o que já foi alcançado e o que precisa alcançar. O sistema educacional precisa ainda mais ser avaliado. Por meio dele são dadas todas as diretrizes para educação.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

AVALIAÇÃO MEDIADORA

Acreditando que o sistema tradicional não garante um ensino de qualidade, o maior objetivo de uma perspectiva inovadora da avaliação é a melhoria da qualidade de ensino, visto que nao basta garantir o acesso e a permanência dos alunos apenas é preciso fazer a diferença em suas vidas, garantindo o acesso ao saber.
Contrário a isso está o sistema capitalista que de todas as formas oprime para alienar indivíduos sem o mínimo de escolaridade tornando-as desestimulados a pensar.
Por isso a necessidade de estabelecer uma escola que lute contra essa opressão, que compreenda o indivíduo e o ajude a usufruir seu direit ao ensino, para sua formação como cidadão crítico atuante nessa sociedade.
Quando se fala em acabar com o sistema da metodologia tradicional, muitos educadores ainda precisam compreender o sentido da avaliação na escola e assim refletir que esse tipo de avaliação não aponta as aprendizagens e possíveis falhas no processo ensino-aprendizagem.
A qualidade do ensino deve ser analisado no sentido de dar oportunidade ao máximo do indivíduo aprender. E assim o professor deve garantir o diálogo entre aluno e professor para êxito do processo de ensino-aprendizagem e observar se a sua metodologia utilizada dá conta de atender a todos os indivíduoas de uma sala de aula.
Uma boa avaliação deve oportunizar aos alunos momentos de expressar suas idéias, revelar os seus erros para que o leve ao conhecimento e observar o seu processo de construção do conhecimento.
Assim, as provas e notas não devem ser utilizados para condenar. O professor deve fazer uso da ação-reflexão e novamente ação e beneficiar o educando dando fundamentos para que haja uma proximidade entre educador e o aluno.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

UMA VISÃO DE PLANEJAMENTO

Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.
Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou um a flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitada a sua ação.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o tigre que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.
Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal se transformou-se , de agressivo ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com dois tiros.
E foi assim, flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o, e logo depois devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma árvore próxima a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...

Moral da história:
Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência; prepare alternativas para as situações imprevistas, preveja tudo o que pode dar errado e prepare-se.
Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.
“CUIDADO COM O LEÃO SURDO!”