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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
INTRODUÇÃO
• Assunto: Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
“Nesta vida pode-se aprender três coisas de uma criança: estar sempre alegre, nunca ficar inativo e chorar com força por tudo que se quer.” Paulo Leminsky
COMPONENTES FUNDAMENTAIS DA DCNEI ATUAL
• Educação Infantil
Primeira etapa da Educação Básica (Art.5º).
• Criança
Centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos (Art.4º).
• Avaliação
As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação.
( Art. 10º)
• Currículo
Concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. (Art. 3º)
• As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os seguintes Princípios (Art. 6º)
Éticos
Políticos
Estéticos
• As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como Eixos Norteadores (Art. 9º):
As interações e a brincadeira
Art. 8º A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve garantir o direito das crianças:
As propostas pedagógicas deveram prever condições para o trabalho coletivo que assegurem:
• Contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus;
• Histórias, culturas africanas, afro-brasileira e o combate ao racismo;
As propostas pedagógicas da EI para os povos indígenas:
• Relação com os conhecimentos, crenças, valores, concepções, memória de seu povo;
• Identidade étnica e a língua materna;
• Adequar calendário letivo;
Propostas pedagógicas da EI para a educação no campo:
• Modos próprios de vida no campo;
• Realidade dessas populações;
• Flexibilizar calendário letivo e atividades;
• Valorizar e evidenciar os saberes e o papel dessas populações;
• Ofertas de brinquedos e equipamentos;
• Art. 11. Na transição para o Ensino Fundamental a proposta pedagógica deve prever formas para garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, respeitando as especificidades etárias, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.
Alguns desafios da aplicabilidade da Lei no município
• A quantidade de creches e pré-escolas devem atender a demanda do local.
• Ter espaços físicos próprios e adequados.
• Ausência da relação com a comunidade.
• A necessária articulação da educação infantil com o ensino fundamental;
• Qualificação profissional
Considerações Finais
• A garantia do direito de todas as crianças à educação.
• Assunto: Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
“Nesta vida pode-se aprender três coisas de uma criança: estar sempre alegre, nunca ficar inativo e chorar com força por tudo que se quer.” Paulo Leminsky
COMPONENTES FUNDAMENTAIS DA DCNEI ATUAL
• Educação Infantil
Primeira etapa da Educação Básica (Art.5º).
• Criança
Centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos (Art.4º).
• Avaliação
As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação.
( Art. 10º)
• Currículo
Concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. (Art. 3º)
• As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os seguintes Princípios (Art. 6º)
Éticos
Políticos
Estéticos
• As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como Eixos Norteadores (Art. 9º):
As interações e a brincadeira
Art. 8º A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve garantir o direito das crianças:
As propostas pedagógicas deveram prever condições para o trabalho coletivo que assegurem:
• Contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus;
• Histórias, culturas africanas, afro-brasileira e o combate ao racismo;
As propostas pedagógicas da EI para os povos indígenas:
• Relação com os conhecimentos, crenças, valores, concepções, memória de seu povo;
• Identidade étnica e a língua materna;
• Adequar calendário letivo;
Propostas pedagógicas da EI para a educação no campo:
• Modos próprios de vida no campo;
• Realidade dessas populações;
• Flexibilizar calendário letivo e atividades;
• Valorizar e evidenciar os saberes e o papel dessas populações;
• Ofertas de brinquedos e equipamentos;
• Art. 11. Na transição para o Ensino Fundamental a proposta pedagógica deve prever formas para garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, respeitando as especificidades etárias, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.
Alguns desafios da aplicabilidade da Lei no município
• A quantidade de creches e pré-escolas devem atender a demanda do local.
• Ter espaços físicos próprios e adequados.
• Ausência da relação com a comunidade.
• A necessária articulação da educação infantil com o ensino fundamental;
• Qualificação profissional
Considerações Finais
• A garantia do direito de todas as crianças à educação.
"Escrito" por
BEL FERREIRA
Assuntos
criança,
DCNEI,
educação do campo,
educação infantil
EDUCAÇÃO DO CAMPO
A educação rural ocorria de forma desordenada até que a partir de 1930 entra em crise o modelo agroexportador e a crescente instalação de indústrias no país requer uma urbanização de indústrias e os que permaneceram no campo tiveram que se adaptar a esse novo modelo de industrialização.
O processo educacional vem para contribuir na adaptação no modo de viver de acordo com a modernidade. Sendo que, todo o processo educativo acompanhou as propostas das organizações da agricultura.
No entanto, só após o período chamado de “modernização dolorosa” em que houve o êxodo rural, a pobreza e as desigualdades sociais foi que houve um despertar para a educação rural, claro que a ação da educação nesse momento seria para intervir na organização desse período.
Nesse momento a grande preocupação do ruralismo pedagógico era a de manter o homem no campo para evitar a aglomeração que já vinha se formando no meio urbano desde o fim da mão-de-obra escrava em que muitos migraram do campo para as cidades, essa iniciativa atendia também aos interesses de alguns grupos das elites que a todo custo queriam evitar os problemas sociais que havia ocorrido com o êxodo rural.
O Brasil conveniado aos EUA programou vários encontros, debates e palestras no âmbito da escola. Criou-se a CBAR com o objetivo de implementação de projetos educacionais na zona rural e o desenvolvimento das comunidades campestres.
Depois desencadeou em vários processos, programas e etc:
• Surgimento do Programa de Extensão Rural com o objetivo de combater a subnutrição, a carência e às doenças.
• Criação da Campanha Nacional de Educação Rural (centrado numa ideologia do desenvolvimento comunitário) e do Serviço Social Rural ambos para a preparação destinada à educação de base rural.
• Promulgação da Lei 4.024 que reafirmava a idéia de uma educação condicionada às intenções capitalistas.
• Programa “Aliança para o progresso” organizado por J. Kennedy, que visava acordos assistenciais e financeiros para países do hemisfério sul.
• Desenvolvidos também programas setoriais como a SUDENE, SUDESUL, INBRA, INDA e INCRA.
Podemos perceber com o avanço do processo de implantação das políticas de educação para o meio rural brasileiro a tendência é desmistificar que a educação no campo é sinal de atraso ou que o profissional esteja cumprindo um castigo. A educação do campo deve ter por merecimento como qualquer outra modalidade de ensino o seu devido valor: uma boa infra-estrutura, qualificação dos docentes, currículo e calendário de acordo com a realidade do campo e, sobretudo mudanças do conceito de que a escola urbana seja melhor que a rural.
O processo educacional vem para contribuir na adaptação no modo de viver de acordo com a modernidade. Sendo que, todo o processo educativo acompanhou as propostas das organizações da agricultura.
No entanto, só após o período chamado de “modernização dolorosa” em que houve o êxodo rural, a pobreza e as desigualdades sociais foi que houve um despertar para a educação rural, claro que a ação da educação nesse momento seria para intervir na organização desse período.
Nesse momento a grande preocupação do ruralismo pedagógico era a de manter o homem no campo para evitar a aglomeração que já vinha se formando no meio urbano desde o fim da mão-de-obra escrava em que muitos migraram do campo para as cidades, essa iniciativa atendia também aos interesses de alguns grupos das elites que a todo custo queriam evitar os problemas sociais que havia ocorrido com o êxodo rural.
O Brasil conveniado aos EUA programou vários encontros, debates e palestras no âmbito da escola. Criou-se a CBAR com o objetivo de implementação de projetos educacionais na zona rural e o desenvolvimento das comunidades campestres.
Depois desencadeou em vários processos, programas e etc:
• Surgimento do Programa de Extensão Rural com o objetivo de combater a subnutrição, a carência e às doenças.
• Criação da Campanha Nacional de Educação Rural (centrado numa ideologia do desenvolvimento comunitário) e do Serviço Social Rural ambos para a preparação destinada à educação de base rural.
• Promulgação da Lei 4.024 que reafirmava a idéia de uma educação condicionada às intenções capitalistas.
• Programa “Aliança para o progresso” organizado por J. Kennedy, que visava acordos assistenciais e financeiros para países do hemisfério sul.
• Desenvolvidos também programas setoriais como a SUDENE, SUDESUL, INBRA, INDA e INCRA.
Podemos perceber com o avanço do processo de implantação das políticas de educação para o meio rural brasileiro a tendência é desmistificar que a educação no campo é sinal de atraso ou que o profissional esteja cumprindo um castigo. A educação do campo deve ter por merecimento como qualquer outra modalidade de ensino o seu devido valor: uma boa infra-estrutura, qualificação dos docentes, currículo e calendário de acordo com a realidade do campo e, sobretudo mudanças do conceito de que a escola urbana seja melhor que a rural.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Resenha: Documentário Estado de Resistência
ESTADO DE RESITÊNCIA (Brasil, 2007)
O documentário retrata realmente o que ocorre nos dias de hoje em quase todo o interior do Brasil alertando e criticando sobre o processo de introdução dos transgênicos nos hábitos alimentares e na modificação até dos hábitos culturais da sociedade e de como o processo do agronegócio tem rompido com o paradigma tradicional de produção.
A diretora Berenice Mendes que é formada em Direito (UFPR) e é especialista em Cinema pela Fundação Cultural de Curitiba, enfoca no documentário que apesar de ser defendida por algumas pessoas e principalmente pelas grandes empresas que veem nos transgênicos uma forte tendência no avanço da produtividade, essa modalidade de produção tem sido alvo de criticas por muitos agricultores e ambientalistas que temem os malefícios do efeito dessa padronização alimentar sob a biodiversidade.
Aponta ainda que essa modificação na produção de alimentos tem influenciado também na cultura da população, no convívio familiar que antigamente se uniam na produção dos alimentos e hoje estão envoltos de ofertas de um número imenso de alimentos industrializados nas prateleiras dos comércios.
Além disso, quem ganha com o agronegócio que está intimamente ligado com a produção dos transgênicos são as grandes empresas de comercialização que se baseiam na monocultura – a exemplo o cultivo de eucalipto – substituição da mão-de-obra pelo uso intensivo de máquinas, causando ainda devastação ambiental principalmente com a utilização em grande escala de agrotóxicos, tomando espaço do desenvolvimento da pequena agricultura.
Na verdade é preciso mais do que resistir como sugere o título do documentário. É preciso efetivar uma ação em que a sociedade consiga evitar a destruição ambiental e a manipulação do padrão alimentar. É essencial manter os princípios de preservação da natureza para que toda a sociedade se beneficie com o bem que a terra pode gerar.
O documentário retrata realmente o que ocorre nos dias de hoje em quase todo o interior do Brasil alertando e criticando sobre o processo de introdução dos transgênicos nos hábitos alimentares e na modificação até dos hábitos culturais da sociedade e de como o processo do agronegócio tem rompido com o paradigma tradicional de produção.
A diretora Berenice Mendes que é formada em Direito (UFPR) e é especialista em Cinema pela Fundação Cultural de Curitiba, enfoca no documentário que apesar de ser defendida por algumas pessoas e principalmente pelas grandes empresas que veem nos transgênicos uma forte tendência no avanço da produtividade, essa modalidade de produção tem sido alvo de criticas por muitos agricultores e ambientalistas que temem os malefícios do efeito dessa padronização alimentar sob a biodiversidade.
Aponta ainda que essa modificação na produção de alimentos tem influenciado também na cultura da população, no convívio familiar que antigamente se uniam na produção dos alimentos e hoje estão envoltos de ofertas de um número imenso de alimentos industrializados nas prateleiras dos comércios.
Além disso, quem ganha com o agronegócio que está intimamente ligado com a produção dos transgênicos são as grandes empresas de comercialização que se baseiam na monocultura – a exemplo o cultivo de eucalipto – substituição da mão-de-obra pelo uso intensivo de máquinas, causando ainda devastação ambiental principalmente com a utilização em grande escala de agrotóxicos, tomando espaço do desenvolvimento da pequena agricultura.
Na verdade é preciso mais do que resistir como sugere o título do documentário. É preciso efetivar uma ação em que a sociedade consiga evitar a destruição ambiental e a manipulação do padrão alimentar. É essencial manter os princípios de preservação da natureza para que toda a sociedade se beneficie com o bem que a terra pode gerar.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
POR UMA EDUCAÇÃO BÁSICA NO CAMPO
• Desenvolvimento rural e Educação no Brasil: Desafios e Perspectivas;
• Situação da Educação Rural no Brasil e na América Latina;
• Políticas Públicas em Educação no Brasil: Municipalização
• Financiamento da Educação;
• Política Educacional para Escolas Indígenas;
• Em busca de um Novo Projeto de Desenvolvimento para o Brasil
• Projeto Popular de Desenvolvimento para o Campo
• Educação Básica para o campo
• Nosso Compromisso como Educadores/Educadoras do Campo
Texto-base da Conferência, deixa claro que há uma tendência dominante em nosso país.
• Qual o principal objetivo dessa conferência?
É recolocar o rural e a educação que a ele se vincula, na agenda política do país.
• Como resgatar o conceito do trabalhador do campo?
Um conceito histórico e político.
• O propósito da conferência é conceber uma Educação Básica, voltada aos interesses e ao desenvolvimento sociocultural e econômico dos povos que habitam e trabalham no campo.
A Realidade da Educação Básica no Campo hoje
Principais Problemas da educação no meio rural
• Escassez de dados e análises sobre o tema.
• Omissão por parte do estado e das políticas públicas.
• Adequação da proposta pedagógica a realidade social do aluno.
• Valorização da Cultura popular.
• Más condições de vida (alimentação, transporte, habitação, dentre outros).
• Concentração da terra (1% são donos de 46% de todas as terras do País.
• Democratização dos recursos e incentivo a agricultura familiar.
• Valorização do professor.
(KOLLING; NERY; MOLINA, 1999)
Analfabetismo:
• 32,7% da população do meio rural, que tem acima de quinze anos, é analfabeta. (Exclusão: Rondônia, Acre, Roraima, Pará e Amapá). (IBGE, 1995)
• Existem milhões de pessoas que não tiveram acesso a escola, sendo a maior parte de áreas rurais.
Matrícula no ensino médio:
• Ausência de dados específicos sobre a exclusão no meio rural.
• 2,7 milhões de crianças de sete a quatorze anos estão fora da escola no Brasil.
• Aumento de 5,9% no número de matriculas.
• Maior concentração de crianças fora da escola nas áreas rurais. (IBGE, 1995)
Ensino médio:
• 50% da população brasileira na faixa etária própria ao ensino médio ( quinze aos dezessete anos) estejam fora da escola.
• 54,3% das matriculas no ensino médio estão na faixa etária acima de dezessete anos.
• O número de matriculas no meio rural representa, desde 1991, apenas 1,1% do total de matriculas. (IBGE, 1995)
Educação infantil
• Aumento de 25,6% nas matrículas da educação infantil. (IBGE, 1995)
Docentes
• Falta de infra-estrutura necessária e de docentes qualificados.
Desafios e propostas de ação
• Valores culturais que caracterizam os povos do campo
• Escolas como espaço cultural
• Comunidade unida
• EJA
• Formação de docentes e PPP
• Educação básica com especificidades do campo
• Mobilizar entidades interessadas
• Referência da escola nas pedagogias do diálogo e da ação
• Situação da Educação Rural no Brasil e na América Latina;
• Políticas Públicas em Educação no Brasil: Municipalização
• Financiamento da Educação;
• Política Educacional para Escolas Indígenas;
• Em busca de um Novo Projeto de Desenvolvimento para o Brasil
• Projeto Popular de Desenvolvimento para o Campo
• Educação Básica para o campo
• Nosso Compromisso como Educadores/Educadoras do Campo
Texto-base da Conferência, deixa claro que há uma tendência dominante em nosso país.
• Qual o principal objetivo dessa conferência?
É recolocar o rural e a educação que a ele se vincula, na agenda política do país.
• Como resgatar o conceito do trabalhador do campo?
Um conceito histórico e político.
• O propósito da conferência é conceber uma Educação Básica, voltada aos interesses e ao desenvolvimento sociocultural e econômico dos povos que habitam e trabalham no campo.
A Realidade da Educação Básica no Campo hoje
Principais Problemas da educação no meio rural
• Escassez de dados e análises sobre o tema.
• Omissão por parte do estado e das políticas públicas.
• Adequação da proposta pedagógica a realidade social do aluno.
• Valorização da Cultura popular.
• Más condições de vida (alimentação, transporte, habitação, dentre outros).
• Concentração da terra (1% são donos de 46% de todas as terras do País.
• Democratização dos recursos e incentivo a agricultura familiar.
• Valorização do professor.
(KOLLING; NERY; MOLINA, 1999)
Analfabetismo:
• 32,7% da população do meio rural, que tem acima de quinze anos, é analfabeta. (Exclusão: Rondônia, Acre, Roraima, Pará e Amapá). (IBGE, 1995)
• Existem milhões de pessoas que não tiveram acesso a escola, sendo a maior parte de áreas rurais.
Matrícula no ensino médio:
• Ausência de dados específicos sobre a exclusão no meio rural.
• 2,7 milhões de crianças de sete a quatorze anos estão fora da escola no Brasil.
• Aumento de 5,9% no número de matriculas.
• Maior concentração de crianças fora da escola nas áreas rurais. (IBGE, 1995)
Ensino médio:
• 50% da população brasileira na faixa etária própria ao ensino médio ( quinze aos dezessete anos) estejam fora da escola.
• 54,3% das matriculas no ensino médio estão na faixa etária acima de dezessete anos.
• O número de matriculas no meio rural representa, desde 1991, apenas 1,1% do total de matriculas. (IBGE, 1995)
Educação infantil
• Aumento de 25,6% nas matrículas da educação infantil. (IBGE, 1995)
Docentes
• Falta de infra-estrutura necessária e de docentes qualificados.
Desafios e propostas de ação
• Valores culturais que caracterizam os povos do campo
• Escolas como espaço cultural
• Comunidade unida
• EJA
• Formação de docentes e PPP
• Educação básica com especificidades do campo
• Mobilizar entidades interessadas
• Referência da escola nas pedagogias do diálogo e da ação
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